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Como proteger subestações de energia contra a invasão de animais

Atualizado: 14 de abr. de 2023



Todos os anos, animais como gambás e ouriços causam interrupções no fornecimento de eletricidade em subestações de energia em todo o Brasil. Os prejuízos causados por essas invasões podem gerar desde danos aos ativos da distribuidora até acidentes fatais e compensações financeiras aos clientes afetados.


Ocorrências registradas entre 2017 e 2020 em uma subestação de energia no interior de Minas Gerais revelam que mais de 450 mil consumidores foram atingidos diretamente por interrupções causadas por animais que acessaram as instalações da distribuidora, o equivalente a uma média de quase 10 mil clientes por mês durante o período de análise.


Esse problema não é algo exclusivo do Brasil. De acordo com um estudo da Universidade de Minnesota, as concessionárias de energia elétrica dos Estados Unidos possuem um custo estimado de US$ 18 milhões por ano devido às interrupções causadas por esquilos, guaxinins e cobras. Ao considerar as frustrações dos consumidores, o valor total dessas interrupções pode custar à economia dos EUA entre US$ 80 bilhões e US$ 188 bilhões por ano.


As concessionárias estão reconhecendo que o custo para reparar a reputação da empresa é muito maior do que o investimento na proteção das instalações, e estão tomando medidas para instalar soluções que mantenham os animais afastados.



Como reduzir a invasão de animais nas subestações


Segundo o especialista em segurança Hen Harel, CEO da Ôguen, uma forma eficaz de mitigar as invasões de animais é utilizar radares de segurança capazes de detectar previamente a presença desses seres no perímetro da propriedade.


“As subestações são fonte de calor e abrigo para uma variedade de espécies de animais, por isso eles são persistentes em entrar nessas instalações. O problema é que eles podem queimar disjuntores, gerar curto-circuito e destruir equipamentos caros. Por isso, para identificar a chegada de animais em uma propriedade, utilizamos os radares Magos. Eles conseguem cobrir com um único equipamento uma área de até 600 mil m² e detectam a presença de animais, humanos e veículos com até 1.000 metros de distância do perímetro. Dessa forma, os operadores da central de monitoramento podem realizar uma pronta resposta para não deixar esses animais invadirem o local, evitando prejuízos para a concessionária”, explicou o especialista.

A Ôguen é líder em proteção perimetral na vertical de energia no Brasil, protegendo já centenas de subestações em todo o território nacional, garantindo tranquilidade aos clientes em qualquer condição de clima e de iluminação.


Para o engenheiro Kleber Reis, diretor comercial e de operações da Ôguen, as barreiras físicas muitas vezes não são suficientes para impedir a aproximação dos animais. “É importante as subestações terem muros ou cercas em torno do perímetro, mas essa estratégia não é suficiente, assim como câmeras e alarmes, por serem suscetíveis a erros, principalmente em ambientes escuros e em tempos chuvosos. Os radares Magos são sensores civis avançados, capazes de cobrir grandes áreas em qualquer condição de luz e clima, sem falhas. Além disso, a solução é embarcada com inteligência artificial capaz de distinguir os alvos, classificando como barcos, drones, humanos, veículos e animais, dessa forma o operador sabe de forma antecipada o que está tentando invadir a propriedade”, disse Kleber.


Para saber mais sobre como funcionam os radares e se ele é ideal para o seu projeto, acesse: www.oguen.com ou entre em contato pelo número 11 93389-8133.







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